<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107</id><updated>2012-02-02T05:25:33.611-03:00</updated><title type='text'>Quase Isto!</title><subtitle type='html'>Onde a palavra não tem valor limitativo...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-4116520867859096512</id><published>2012-02-02T05:25:00.002-03:00</published><updated>2012-02-02T05:25:33.619-03:00</updated><title type='text'>Escuta</title><content type='html'>Estou preso, mãe&lt;br /&gt;Olha o sol,&lt;br /&gt;ele beija o trem!&lt;br /&gt;Olhe para os campos,&lt;br /&gt;Salve-me!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as portas...&lt;br /&gt;elas são azuis,&lt;br /&gt;Claro, elas significam!&lt;br /&gt;Abra os olhos,&lt;br /&gt;sinta o alvorecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá à maçã&lt;br /&gt;Você consegue,&lt;br /&gt;jamais falhou!&lt;br /&gt;Não é diferente,&lt;br /&gt;apenas nomes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhos e regalias&lt;br /&gt;Fonte cheia,&lt;br /&gt;flutue metaforicamente!&lt;br /&gt;Euforicamente, força,&lt;br /&gt;Acordes!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-4116520867859096512?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/4116520867859096512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2012/02/escuta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/4116520867859096512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/4116520867859096512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2012/02/escuta.html' title='Escuta'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-7538785521877665199</id><published>2011-12-28T23:39:00.000-03:00</published><updated>2011-12-28T23:39:57.628-03:00</updated><title type='text'>Admissão</title><content type='html'>Tenho sido acusado de ser individualista, no momento eu só sabia que não era, ou se sou, isso é normal, mas não conseguia pensar devido à euforia do choque. A princípio realmente fez sentido a acusação e é por isso que me intrigou e fui pensar a respeito (realmente, você ja deve perceber que a opinião alheia importa bastante, mas eu posso tanto recusar como aceitar e levar a opinião pra debaixo do chuveiro - sem deixa-la escurregar pelo ralo). Cheguei num resultado satisfatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bR2Nlr9PumY/TvvHPZXQ11I/AAAAAAAAAFo/LcGsI06xabU/s1600/j.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://1.bp.blogspot.com/-bR2Nlr9PumY/TvvHPZXQ11I/AAAAAAAAAFo/LcGsI06xabU/s320/j.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, o que seria então individualismo? Entendo como se fosse a ação ou pensamento ligado às particularidades pessoais, é a execução da liberdade individual. Individualismo é como se fosse o reconhecimento de você para consigo próprio, um descobrimento (ou redescobrimento, constante ou não) das suas particularedades e de você como uma unidade inserida num contexto. Sendo assim o individualista quer cuidar das coisas que lhe dizem respeito, que não é necessariamente prejudicar os que lhe cercam. E sinto isso em mim: o individualista é aquela pessoa que não espera nada dos outros e pouco dá de si, e quando dá, não é por que o destinatário passou por alguma "prova". O individualista sabe lidar consigo próprio, o que o salva de dependências e usurpações. Como diria uma pessoa: esse conceito ta fofo (frouxo). Realmente ta fofo, na verdade ele é fofo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma coisa eu tenho certeza, esse termo não pode ser confundido com egoísmo, coisa que remete ao não compartilhamento das coisas possuídas e exigência do compartilhamento das coisas alheias, de forma a querer tirar vantagem apenas para si. O egoísta quer tirar vantagem dos relacionamentos pois são eles pessoas envergonhadas de suas próprias atitudes que geralmente demonstram dependência de companhia, proteção, até atenção... O egoísta não tem força, e não a encontra, para viver num mundo inseguro, efêmero onde as coisas vão e vem a qualquer momento sem uma lei que as segurem em algum canto fixo, e por isso na maioria das vezes não aceitam mudanças, pois eles terão que mudar sua estratégia de convivência, o que é inconveniente pra ele. E, com a apropriação daquilo que não lhe pertence, ele quer mudar as coisas conforme a sua vontade, como já dito, para que seja vantajoso para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho uma leve impressão de onde pode vir essas desavenças, preocupações, e por que isso causa tanto problema. Nossa sociedade valoriza demais a troca constante de sentimentos (quais sejam lá os mais diversos tipos) e as pessoas que dão muito de si e pouco exigem (generosos), como se esse fosse o certo a ser vivido. Talvez isso seja um reflexo da influência cristã no povo, também não tenho certeza. Então, quando é exigido do individualista - aquela pessoa mais reservada que não tem empatia com trocas - algo que não é de acordo, ele é tido por egoísta. Já o egoísta, como sobrevive dos escambos, quando bate de frente com um individualista acusa também este de egoísmo por não seguir as leis cambiais. Também não quero dizer com isso que os generosos são tipo pessoas ingênuas, bobinhas... Nada disso, podem ser pessoas bastante espertas o suficiente para entender o que se passa ao seu redor, inclusive você pode ser individualista e generoso ao mesmo tempo, no sentido de que dá muito de si, no entanto, não gosta de ser cobrado: esse dar muito de si tem conotação espontânea. E com isso eu quero chegar nessa conclusão: são formas de viver que podem ser adotadas ou não, são escolhas, é a execução da liberdade individual. Pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não precisaria dizer mais nada, pois é sabido que não me encaixo na situação do egoísta, e quem me julgava como tal, perceberá a diferença e o ar de "egoista" perderá seu valor, sendo substituído pelo "individualista". Passando da generalização, onde colocamos a par os conceitos, a parte mais individual, o objetivo do post está quase completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que causa mais problema, não com as outras pessoas mas de mim, para comigo mesmo, é a questão do compartilhar sentimentos. Sempre tive dificuldade em lidar com isso. ¹Quando eu comecei a pensar nas coisas, não aceitando elas como chegam à meu entendimento, eu pensava parecido com os iluministas, na época quando uns catorze ou quinze anos eu me identificava com eles, e como você sabe, eles prezam absolutamente pela razão, ignorando tudo que possa ser absorvido através das sensações, sentimentos; e eu interpretava isso de modo errado, não seria possível uma criança de quinze anos entender o iluminismo (não acho que tenho maturidade pra isso agora, quanto mais praquela época!), e achava que as pessoas deveriam, segundo eles, serem duronas. Pois bem, eu estava errado, e mudei. ²Não sei se a mudança foi pra bom ou pra ruim, sei que me abri para os sentimentos, mas ainda de forma recatada, sem demonstrá-los, tipo aquela música do Raul "por muito tempo eu sentia vergonha das coisas que sinto e disfarçado escrevia difícil só pra complicar". Apesar disso, eu sempre fui do tipo generoso citado lá em cima. Só que, não percebia a situação. Quando vim perceber que dava muito em troca de nada, rompi com essa situação, entrando numa terceira fase. Rompi com a generosidade de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal ³atitude aconteceu como se eu tivesse me "desmascarado". As pessoas ao meu redor sentiram bastante a falta daquela pessoa que estava sempre aceitando a opinião e críticas alheias de mão beijada (inclusive acho que foi por isso que meu primeiro e único namoro acabou por causa disso). Porém, eu tinha descoberto minhas particularidades, minha personalidade, e eu queria exercê-las, e, acostumado com meu outro eu, as pessoas não deixavam, a única saída que tive foi ser rude com esse tipo de atitude repressiva. Mas aí eu vi que as coisas não eram da forma que eu pensava, devido a algumas conversas em meiado de dois mil e nove (que aconteciam no onibus, me lembro como ontem). As pessoas eram culpadas por minhas mudanças, mas, é normal das pessoas ("normais") não tolerarem isso, e deixei isso pra lá, e passei a ser mais expressivo com algumas pessoas que importavam mais. Estava me dando bem com a nova situação, de expressão, era como um alívio poder contar com/para alguém. Digamos que fora um potencializador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então me *ocorreu mais uma nova mudança, lá pelo finzinho de dois mil e nove e início de dois mil e dez, foi quando me ensinaram a importância do sentimento de fato. Até então eu tinha medo daquilo que sentia, mas mesmo assim era inevitável. Mas, como me ensinaram o valor de tal coisa, gostei. Era uma coisa nova. Eu não tenho como discrever com palavras a sensação, a linguagem é insuficiente, vocês devem usar a imaginação agora. Era uma coisa que realmente me fazia muito bem. Enfim. A questão é que, desde lá eu tenho amadurecido nesse campo do sentimentos e relações, acho-o bastante importante. É como um colorir, as vezes cinza outras vezes nem tanto. Mas o que eu aprendi não foi fruto de um isolamento comigo mesmo, mas aprendi com as pessoas que estavam próximas, ou que eu pensava estar. E não trato mais o sentimento como um peso a ser escondido, ou um fardo a ser carregado nas costas. Mas então, essa é a origem do meu individualismo. E o parágrafo a seguir mostra como acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas escolhas são minhas, ninguém pode fazê-las por mim. O que sou, fui eu que escolhi, com instrução ou não. Eu sou responsável por mim mesmo, e minha felicidade não deve depender de ninguém, a não ser de mim. A minha felicidade não está em ninguém, a grande questão é que "alguéns" podem ser os potencializador da minha felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à essa liberdade individual expressa, creio eu, com bastante clareza, eu não gosto de ter nada cobrado. Por exemplo, se o indivíduo Alfa pergunta se o Beta esta bem, é natural que se responda de maneira simples, com sim ou não. Mas, se o Alfa quer saber ainda mais sobre o Beta, temos um problema. Se o Beta julga necessário o Alfa saber de alguma coisa, ele vai fazê-lo sem que o Alfa pergunte ou cobre alguma coisa. Me coloco no lugar do Beta. Se eu julgar Alfa alguém de confiança bem, senão, Alfa é um curioso pra mim. Por isso que o Beta não vai perguntar nunca coisas do tipo, pois assim estaria infligindo a liberdade alheia, ou a resposta poderia sair de uma forma que não fosse espontânea e obtendo uma resposta "falsa" (mascarada, do tipo "influenciada"). E necessário que Alfa procure Beta por espontaneidade, e não por que esse o procura. Aah, esse alguém de confiança... Pois bem, isso é outro ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0SLhXksdtYc/TvvIgbGvpqI/AAAAAAAAAF0/GfwGb1a7M0E/s1600/respeito.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-0SLhXksdtYc/TvvIgbGvpqI/AAAAAAAAAF0/GfwGb1a7M0E/s200/respeito.jpg" width="191" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eu julgo alguém de confiança independentemente se ele passa por testes (e eu nem os faço) ou não, eu julgo ser de confiança alguém por sua natureza, e não tento modelá-lo no sentido de "pra ele ser confiante ele tem que ser dessa forma". Não! As pessoas são dos mais variados tipos! E eu devo respeitar elas do jeito que elas são, no sentido de que ou eu julgo ela confiante dessa forma ou simplesmente não, e não exijo que ela seja de tal forma pra que ela seja confiante. E é bom lembrar também que eu julgo alguém sem esperar dessa pessoa relação recíproca, isso é o não esperar do outro, o contrário sim seria egoísmo, ou não?! Se alguém é solitário é por que escolheu desta forma, pois ele tem a liberdade de escolher seus amigos. Mas ele deverá primeiro aprender a não esperar dos outros. E o que fica de aprendizado é: se sou infeliz, a culpa é minha e de mais ninguém! Você é responsável por si, já diria Sartre.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Se fosse qualquer à fazer a acusação eu não daria o trabalho de responder com tamanha vontade. Talvez não seja assim que as coisas acontecem, pode haver algo obscuro no meu inconsciênte, posso estar sendo enganado por um Gênio Malígno cartesiano, eu sei que é Quase Isto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, então, um pouco do velho e bom Acid Rock: Somebody To Love - Jefferson Airplane&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/5Jj3wZVc7nw/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5Jj3wZVc7nw&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/5Jj3wZVc7nw&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-7538785521877665199?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/7538785521877665199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/12/admissao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/7538785521877665199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/7538785521877665199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/12/admissao.html' title='Admissão'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bR2Nlr9PumY/TvvHPZXQ11I/AAAAAAAAAFo/LcGsI06xabU/s72-c/j.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-423599401226699667</id><published>2011-12-20T12:00:00.000-03:00</published><updated>2011-12-20T12:00:46.176-03:00</updated><title type='text'>Resenha: "A máquina do tempo"</title><content type='html'>Abrindo uma nova sessão para o blog, passarei a postar algumas resenhas de livros, a começar por "A máquina do tempo", por H. G. Wells.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que possamos entender melhor o livro, devemos compreender a situação do autor no momento da produção. Inglaterra 1895: finalzinho da Era Vitoriana, quando a Inglaterra estava no ápice da exploração, com o Imperialismo, mal que consome nossa sociedade até hoje. E por erudito que era nosso autor, ele nos transmite a sua ideia acerca de um futuro de forma bastante particular, recheado de crítica ao imperialismo; é visível ao longo do texto a bagagem historiográfica que o autor transcreve, que da um toque mágico na trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da obra essa é a chave: “É uma lei da natureza que negligenciamos: a versatilidade intelectual é uma compensação pela mudança, pelo perigo e pela preocupação. Um animal perfeitamente em harmonia com seu ambiente é um mecanismo perfeito. A natureza não apela à inteligência até que o hábito e os instintos se tornem inúteis. Não existe inteligência onde não existe mudança, nem necessidade de mudança. Só animais que possuem inteligência encontram uma enorme variedade de necessidades e perigos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rJ3dsFJ0pGU/TvCid7obCvI/AAAAAAAAAFU/sCopHE7tUGY/s1600/m%25C3%25A1quina+do+tempo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="185" src="http://4.bp.blogspot.com/-rJ3dsFJ0pGU/TvCid7obCvI/AAAAAAAAAFU/sCopHE7tUGY/s200/m%25C3%25A1quina+do+tempo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O texto trás personagens bastantes influentes devido à suas profissões debatendo a questão do tempo, que nos intriga até hoje: "O que diabos é o tempo?"; "qual a essência do tempo?", "o que faz do tempo tempo?". Como dito, a profissão dos personagens é bastante importante, pois cada um opinará de forma bastante singular. &amp;nbsp;Então, o Viajante do Tempo, personagem central da história narra seu deslocamento temporal, após uma viagem, para seus companheiros, contando com riqueza de detalhes a aventura, mostrando pra onde foi e o quê encontrou, também como ele se movimentou por lá. Todas essas descrições são bastante importantes para entender o enredo por completo, e principalmente entender a crítica feita à sociedade. É surpreendente o tipo de “Terra” que ele encontra na viagem! Coisas que não podemos julgar quanto à negativo ou positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás da história, devemos perceber que o narrador mostra o pensamento em diversas situações de um típico inglês da época e pra reforçar, uma citação: “(...) sou muito ocidental para uma longa vigília. Poderia trabalhar num problema por muitos anos, mas esperar inativo durante 24 horas – essa é outra questão”. &amp;nbsp;É possível notar sem problemas a questão da repressão apolínea (usando o termo de Nietzsche) do indivíduo europeu dessa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, se você procura saber sobre o próprio tempo, sobre uma possível funcionalidade da máquina do tempo, sinto muito em dizer-lhe, mas “A Máquina do Tempo” não atenderá suas expectativas, pois, no enredo ela é usada como um “órganon” para a aventura e críticas. Sobre a máquina em si quase nada é falado. Enfim, um texto rico em conteúdo e espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para acompanhar a resenha, uma música nada mais sugestiva: "Time Machine", por Satriani:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/tdHhfhLBZLw/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tdHhfhLBZLw&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/tdHhfhLBZLw&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-423599401226699667?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/423599401226699667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/12/resenha-maquina-do-tempo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/423599401226699667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/423599401226699667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/12/resenha-maquina-do-tempo.html' title='Resenha: &quot;A máquina do tempo&quot;'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-rJ3dsFJ0pGU/TvCid7obCvI/AAAAAAAAAFU/sCopHE7tUGY/s72-c/m%25C3%25A1quina+do+tempo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-6685905112406268345</id><published>2011-10-12T03:58:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T03:58:12.904-03:00</updated><title type='text'>Pequena reflexão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6o250F0VDRk/TpU1KWGgDdI/AAAAAAAAADs/eja3uBpSrkg/s1600/Corpo%252C+mente+e+alma+7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-6o250F0VDRk/TpU1KWGgDdI/AAAAAAAAADs/eja3uBpSrkg/s1600/Corpo%252C+mente+e+alma+7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eer, um dia desses eu peguei as folhas ficam soltas dentro do meu caderno pra poder reorganiza-las e lembrei de uma dúvida que eu tinha escrito pra perguntar ao professor, quando eu estava no primeiro período. Não é bem uma dúvida, seria mais uma reflexão, e eu de fato perguntei ao professor se tinha fundamento. Nesse dia o professor deu duas horas de aula só em função da minha pergunta. Se eu me lembro direito, ele terminou a aula e não me respondeu. Mas eu me lembro que ele disse que não era isso que eu tava pensando, mas ele justificava com coisas que não tinha muito a ver com o que eu perguntava, mal de professor desvirtuar sua pergunta, mas tudo bem. Esse dia foi legal, consegui debater com o professor, isso aumentou minha autoestima de fato. Eu trouxe aqui a pergunta pra quem se sentir apto responde-la ou mostrar algum posicionamento sobre a reflexão. Mas lembrando, a pergunta é sobre a filosofia de Platão, então eu não queria ser respondido por via de outros círculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Enquanto almas somos todos nós iguais, pois somos tão sábios uns como os outros. Poderíamos nos diferenciar através de interpretações, opiniões, da &lt;i&gt;doxa&lt;/i&gt;, mas diante da sabedoria verdadeira isso não pode ser válido, pois para Platão, a verdade só é uma e nós a conhecemos enquanto alma (ou não?, para podermos nos relembrar quando buscássemos o conhecimento verdadeiro no mundo sensível). Retomando: somos todos iguais enquanto alma pois conhecemos a verdade. Sendo assim, a minha alma confunde-se com a sua. Então, o que difere você de mim? Posso dizer então que Platão defendia que antes de virmos ao mundo sensível fazemos parte de uma única alma*? Ou que nos diferenciamos apenas quando aqui (no mundo sensível)? Ou isso é um falso problema?"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ser essa a pergunta. Notem o asterístico, acho que é essa a base da pergunta. Não sei se é por que eu acredito que formamos cada um de nós um só que eu pensei isso, mas depois que eu fui pensar nisso. Essa questão aí na qual eu acredito, eu não queria transformar numa questão teológica, na verdade eu não quero aceitar minha visão assim. Pra explicar um pouco melhor esse meu posicionamento, pelo pouco que eu conheço de Durkheim, não queria me arriscar a comprar com aquilo que ele chama de "integridade social", mas o termo é bem sugestivo e usa-lo-ei no meu escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a integridade social atingiria o seu máximo nível quando todas as pessoas se respeitassem, que cada um visse seu lugar e respeitasse assim como valorizasse os caminhos alheios. Onde, todos teriam consciência de si para com os outros. Sem mais maiores. É semelhante ao anarquismo, deu pra entender? Concordo que é utópico hoje para nós (com ênfase no "hoje" e no "para nós"!). Pois creio que, se a humanidade caminha para um futuro perfeito, por mais caminhos negativos que ela tome nessa jornada, a perfeita organização social é o anarquismo. Deixando essa de utopia um pouco de lado, mas por que sermos todos &lt;i&gt;uno&lt;/i&gt;? Primeiro eu deixo claro que, do meu ponto de vista, a humanidade progride sempre por que eu acho que nunca queremos o mal, o pior, a negação do desenvolvimento. Mas é como eu falei, queremos o bem por mais que existam alguns que tragam todo desenvolvimento pra uma regressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses alguns que trazem a negatividade humanística só nos mostram a necessidade da experiência. É necessário que passemos por certas circunstâncias pra ficarmos preparados para o que tem por vir. Por isso que é importante o regresso na história para sabermos quem somos nós. Nós como um todo e nós como indivíduo personalizado. Personalizado mesmo, pois é seu meio que personaliza o indivíduo, como nos mostra Heidegger, com quem eu muito concordo sobre isso. Acho inegável a necessidade da história na formação do indivíduo por essas e outras ocasiões, por enquanto ficaremos só com essa. E, sobre esses 'negativantes sociais', eu prefiro acreditar que eles querem o bem da humanidade também, porém, de uma forma louca ou até mal instruída. Tipo, teve nego achando que ia salvar a humanidade se acabassem com os judeus. Essa seria uma forma má instruída de querer o bem. (acho que as pessoas inteligentes que lêem meu blog nunca pensarão que estou defendendo a xenofobia de Hitler, então não deixarei nenhum aviso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pQOpxl4Hoks/TpU0v99dbrI/AAAAAAAAADk/vm1AeElfMH8/s1600/corrente.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://3.bp.blogspot.com/-pQOpxl4Hoks/TpU0v99dbrI/AAAAAAAAADk/vm1AeElfMH8/s320/corrente.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Esclarecidos sobre a questão da humanidade sempre avançar e da necessidade do negativo como experiência com a necessidade do regresso histórico, podemos falar agora o por quê do sermos &lt;i&gt;uno&lt;/i&gt;: se queremos o bem, queremos o bem para todos. Ou seja, deveríamos estar unido pelo bem comum, pelo desenvolvimento. O problema é: como achar um bem comum? Como agradar punks e progs ao mesmo tempo? Como de fato agradar gregos e troianos? Talvez esse não fosse um problema a ser pensado agora. Quando tivermos todos muito bem educados, conscientizados, instruídos, e consequentemente respeitosos e abertos à opinião alheia poderíamos chegar à um consenso. Eu creio que há sim um consenso, mas pra chegarmos à ele seria necessária uma grande integridade social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma frase anotada no meu caderno do escritor Hermann Hesse. Quem me conhece deve saber que eu curto muito seus livros. E deixo aqui um trecho do livro "Minha Fé", que não é um romance, conto ou novela, mas sim ele fazendo mais ou menos isso que faço agora só que de forma muito mais fundada, abrangente e complexa. Nesse livro eu percebo muitas ideias existencialistas, eu não sei muito bem sobre sua história mas, ele deve ter tido algum contato com Albert Camus e Sartre, mas não me arrisco a dar certeza sobre isso.Eu concordei com uns noventa e cinco porcento do que ele fala no livro, acho dizer isso importante, inclusive quero relê-lo. E quero aproveitar pra agradecer muito, muitíssimo mesmo, ao meu professor Jambo (prof. de português), quem me indicou e me deu esse livro!&amp;nbsp;Ta aí o trecho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"... a ideia de que a totalidade do mundo e uma unidade divina e que todo o sofrimento, todo o mal que nela existe está apenas no dato de já não nos sentirmos individualmente como partes indissolúveis do todo, do 'eu' se dar demasiada importância"&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Da pra pegar a idéia, né? Chega esse momento do post e alguns ainda devem estar se perguntando o que tem a ver a pergunta sobre a filosofia de Platão do início e a "unidade humana". A relação é que se somos partes de uma única alma, somos o &lt;i&gt;uno&lt;/i&gt; que tentei expressar ao longo do resto do texto, e Platão já poderia ter pensado isso, que eu não acho muito difícil, uma vez que ele ta ali, junto de Parmênides com sua filosofia do "tudo é um e imóvel".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Poxa, acho necessário uma consideração final. Talvez eu tenha me expressado muito mal ao falar sobre essa minha ideia, sinto necessidade de amadurecê-la ainda. Pode ser até que eu nem acredite no futuro da humanidade (o que foi a base da idéia), mas uma coisa é certa, se há futuro, eu creio nisso. Isso tudo pode até ser um delírio, sei lá, mas... Bem, eu acho que se há algo muito claro que Platão tem nos ensinado é: o valor do diálogo, o amadurecimento das idéias através do diálogo.&amp;nbsp;Não sei se disse bem, mas é Quase Isto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra não perder o costume e fechar bem esse post, deixo aqui mais uma indicação de som. Como eu falei ao indicar Gang Gang Band, psicodelia só é bom quando é de monte! Não assista o vídeo se você tem aquela&amp;nbsp;epilepsia... Mas faço questão de que você escute (e me fale o que achou), pois leva qualquer um às estrelas. É obvio que a turma do David Gilmour foram os primeiros a usar técnicas que culminaram no Space, mas pra mim, junto ao Hawkwind, o Ozric Tentacles é a banda que mais representa o estilo. Então vamos experimentar um pouco:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/LdVURWwYYGI/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LdVURWwYYGI&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/LdVURWwYYGI&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-6685905112406268345?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/6685905112406268345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/10/pequena-reflexao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/6685905112406268345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/6685905112406268345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/10/pequena-reflexao.html' title='Pequena reflexão'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6o250F0VDRk/TpU1KWGgDdI/AAAAAAAAADs/eja3uBpSrkg/s72-c/Corpo%252C+mente+e+alma+7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-2693124356869398370</id><published>2011-10-09T03:07:00.005-03:00</published><updated>2011-10-09T03:55:53.591-03:00</updated><title type='text'>"O tempo não precisa ser retilíneo..."</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9MSNulGAd24/TpC7sb1DAVI/AAAAAAAAADE/Z774s6A5Xzg/s1600/RAC.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-9MSNulGAd24/TpC7sb1DAVI/AAAAAAAAADE/Z774s6A5Xzg/s1600/RAC.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Eu não tinha a intenção de fazer do blog um diário, mas não é bem disso (apesar da máscara de) que trato aqui, é sobre o encanto da situação cuja fiz parte essa noite. Tinha que rolar uma coisa dessas algum dia, logo eu que prezo pela harmonia situada!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Toda a feliz situação começou quando faltei aula de Hermenêutica pra... pra nada. Tenso, não digo isso com orgulho, é que eu fui encontrar uma amiga que tava com saudades de mim! HAUHA! Ela fez birra quando eu disse que não ia sair com ela, ficou toda enciumada. Ficamos conversando merda até o resto do povão chegar. Decidimos de sopetão ir no rodízio de sushi perto da facul. Lá eu tive a brilhante idéia de deixar um amigo envergonhado. Eu nunca vi ele daquela cor, doido! UAHAU! Foi ma onda: a gente cantou parabéns pra ele sem ter sido seu aniversário! Todos ali começaram a bater palma também, e quanto mais palmas se escutava, mais vermelho ele ficava! Participamos de uma DR entre os namorados da mesa. Mas foi só de zueira, creio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Do sushi ao Marco Zero, onde encontramos com mais algumas people previstas. E rolou um estranhamento entre duas gentes por lá. Foi o momento tenso da noite, eu me sentia na obrigação de resolver, eu tentei, mas se não funcionar, to no "foda-se on". Foi uma merda por ter interrompido a vibe com a galera pra resolver esse probleminha ae. Fomos dar uma voltinha pelo Recife Antigo, na hora de voltar pro Zero, teve um povo la com frescura por causa do frio e tals... A gente sentou na frente do carro pro cara num ir embora! AHUAH!! Eles foram e nós ficamos, no zero, jogando "quem sou?", conhecem? Jogo de vagabundo mesmo! Foi quando a galere decidiu ir embora. Mó absurdo!! Meu relógio ainda contava 2h!! Eu não queria ir embora, apesar de ter de ir pra resolver uma prova. Deixei pra depois, fui procurar refúgio em outras pessoas, que estavam num barzinho no Antigo mesmo. Chegando no bar, essa galera, da qual eu só conhecia uma personalidade, estava indo pro Zero. Na ida, encontramos mais um e outro, todos ao Zero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qGrY-_XNaYA/TpE4P1DFuyI/AAAAAAAAADY/Bdcre9Xnifc/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-qGrY-_XNaYA/TpE4P1DFuyI/AAAAAAAAADY/Bdcre9Xnifc/s320/5.jpg" width="158" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Mais uma vez voltei ao Zero e sentei, mas não com as mesmas pessoas que comecei a noite. Sentados, vimos mais três pessoas sentarem um pouco afastados da gente com um violão. Decidimos sentarmos com eles. Um daqueles três eu ja conhecia de outros vendavais, mas os outros dois eram novidades. Sentamos. Éramos agora umas 10 pessoas sincronizadas ao som do violão! Estava frio, o céu sem algodões, claro e brilhante! Muitas estrelas faziam parte da harmonia com a gente, eu podia escutá-las cantando Raul com a gente! Não só as estrelas como também o vento frio cantava Renato Russo com a gente... Nesse momento de intensa felicidade que eu vivia ali, decidi pegar meu caderno e começar a escrever. Comecei com uma frase, mas, uma amiga que muito estimo quis saber o que tava ali escrevendo: entreguei o caderno e ela continuou. E assim se seguiu por um tempinho, eu escrevia uma parte, ela outra, quando chegou um dos tocavam violão, não entendeu nossas letras AHUAHUA! e eu li tudo pra ele. Pra minha surpresa: ele gostou, e ainda disse que queria musicar aquilo. Ri e concordei. Ri e concordei. Não ia deixar vocês curiosos, digitei o que está escrito no papel, mas o papel em si é confidencial:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;"Eu sonhei, um dia, que sonhos se tornaram realidades, que o amor não mais era uma ilusão... Apesar de nunca ter sido, as pessoas apenas não o tinha descoberto. Na verdade isso, talvez somente isso, mova o mundo. A situação naquela ocasião era de puro amor. Éramos todos desconhecidos mas nos tornávamos uno pela relação tão subjetiva: amor. O amor nada mais é que um conjunto de singelas emoções que contradizem-se através de... mas de que mesmo? Perda de sentidos, encontro do calor de dois corpos. Tenho pego a idéia. EROTISMO. Essa é a base... me disseram ser o movimento para o outro. O movimento. Liberação de um sentimento omitido no limbo de nossas falhas estruturas, quem sabe irreparáveis que voam entre seus cabelos reluzentes... É esse o valor impenetrável do devaneio. O que deixam de aproveitar quando encarnado o espírito Apolíneo que nos mostra Nietzsche? Uma revisão e mais uma procrastinação. É desse viver, ou decente morrer. Foi quando estive com uma caneta em mãos..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Ficou bem adolescente, né? AHUAHA! Mas enfim, não sei se nada disso é interessante, talvez vocês devessem estar lá pra entender. Eu ria só!! Foi incrível. Estava ali de fato transcendido (sem nenhuma droga em momento algum, vale lembrar). Amanheceu que nós nem vimos, mal olhamos pro lado e já estava tudo claro.&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt"&gt; E estava na hora da gente trocar os contatos e se despedir. Eu tava guardando o caderno quando alguém solta um som de exclamação “Voltaire!”. Tinha um livro dele na minha bolsa. Era um daqueles três que chegaram com violão. A gente começa conversar um pouco sobre filosofia e ele me passou uma lista de livros que ele acha interessante e tal. Lista de livros densos e pesados. Falam de angústia, suicídio, temas assim pelo que pude notar. Ele mandou-me eu tomar tanto cuidado com a leitura dos livros que eu acho até inapropriado por a lista de livros aqui. Ele perguntou se eu conhecia tanto escritor que eu fiquei até com vergonha de dizer que não... HAUHA! Mas eu neguei o que eu não conhecia mesmo. E ele sacava tanto de filosofia que eu perguntei o que ele fazia da vida e ele respondeu que fazia Psicologia. Eu até perguntei se ele ja tava avançado por saber tanto, e foi quando ele disse que tava no "4º período mas ó: o tempo não precisa ser retilíneo... saca?". E eu fiquei com cara de "poha, suave". Procurarei ler toda essa literatura que ele me indicou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Então, eu não sei se eu consegui transmitir o que eu queria. Não sei se era minha sensação de liberdade por estar no Marco Zero com a maioria das pessoas desconhecidas como eu quis expressar no papel ali... E eu sempre disse aos amigos que quando estou no Zero me sinto bem por essa questão dele ser abertão e tals... Mas tomara que vocês peguem a idéia da paz interna, desde o local, as pessoas, a paisagem, as conversas, as músicas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Ah, e deixo mais uma indicação de banda: God Is An Astronaut! É uma banda de post-rock instrumental que consegue mexer com meus sentimentos sem precisar de letras. Acho incrível suas músicas por elas começarem devagarzinho e irem aumentando a velocidade de pouco em pouco: é como se começasse com uma harmonia tranquila até chegar à um estado de completo desespero. Então, uma música expressa bastante isso é Suicide By Stars. E esse vídeo que eu trouxe aqui é o mais foda de todos, coube perfeitamente as imagens de 2001 – A Space Odyssey com a música. Vale a pena conferir!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/fZltd_nz2ag/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fZltd_nz2ag&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/fZltd_nz2ag&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-2693124356869398370?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/2693124356869398370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/10/o-tempo-nao-precisa-ser-retilineo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/2693124356869398370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/2693124356869398370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/10/o-tempo-nao-precisa-ser-retilineo.html' title='&quot;O tempo não precisa ser retilíneo...&quot;'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9MSNulGAd24/TpC7sb1DAVI/AAAAAAAAADE/Z774s6A5Xzg/s72-c/RAC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-2423199333588898005</id><published>2011-09-11T22:46:00.008-03:00</published><updated>2011-09-11T23:21:21.226-03:00</updated><title type='text'>Hermenêutica Ranzinza</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pois bem, esse post tem o objetivo de trazer um mamilo pra vocês. É por que é muito polêmico. É acerca da música "Tu És O MDC Da Minha Vida". Pra isso eu utilizarei de uma ferramenta há muito estudada e ainda em desenvolvimento, que é a Hermenêutica. A Hermenêutica, segundo Schleiermacher (ponha no Google translation portugês &amp;gt; alemão e escute a pronúncia!), é "a arte de entender o discurso alheio". Talvez eu não concorde com a questão de ser bem uma arte em si, pois tenho essa como livre de métodos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A Hermenêutica surge da incompreensão, mais especificamente da incompreensão do discurso escrito (a princípio, depois do falado). Então, ela quer nos mostrar aquilo que não está acessível de primeira, e esse lado inacessível só aparecerá pra quem de fato tem ânsia pelo saber completo, ou seja, é necessário um esforço da parte do interpretador. Ela quer, também, extinguir com as diversas interpretações e quer chegar o mais perto possível de uma interpretação universal, apesar dela mesma admitir que chegar a esse nível é impossível. Então podemos considerar que ela visa chegar a uma interpretação mais coerente sobre um discurso. Se se quer chegar à uma interpretação mais coerente, com a hermenêutica, a interpretação perde o caráter subjetivo pois a interpretação deverá se encaixar nos sentidos articulados apresentados. Tais sentidos não podem ser resgatados apenas do texto em si, mas nele há muitas pistas para a interpretação. Deve ser entendido que uma obra é articulada por alguém que necessariamente está incluso numa situação espaço-temporal (sendo assim um indivíduo histórico) e se dirige a um determinado público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Schleiermacher, quem fundamentou a Hermenêutica resgatando pensadores predecessores, nos propõe em seu livro “Hermenêutica – A arte e técnica da interpretação” ser esta uma ciência ou teoria capaz de alimentar a interpretação para nos assegurar alguma coisa através dos métodos. Poderia entrar em mais detalhes sobre os hermeneutas fundamentais como Ast e Wolf (ambos predecessores de Schleiermacher), ou Dilthey, quem fundamentou as ciências humanas, mas só é necessário mais um adendo para partimos à prática. O não entender leva-nos a estranhar aquele objeto que não entendemos, seja um mecanismo ou uma imagem, e o mesmo vale para as palavras. O que devemos compreender nesse momento é que tudo que nos aparece estranho só nos aparece assim por causa do nosso contexto familiar. Caso não, tudo seria compreensível e transparente, e perderia a graça... E a hermenêutica é necessária justamente por que não nos entendemos! Para ilustrar um pouco a questão das nossas particularidades, trago a imagem:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-igUIQoml2Ag/TmxJZ8l4U5I/AAAAAAAAAC8/cpcd83z-V4s/s1600/tarsila.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-igUIQoml2Ag/TmxJZ8l4U5I/AAAAAAAAAC8/cpcd83z-V4s/s1600/tarsila.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tarsila do Amaral - "Operários"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apresentada a ferramenta, vamos à prática. O nosso objeto a ser interpretado será a música "Tu És O MDC Da Minha Vida" do Sr. Raulzito Seixas, que pode ser conferida   &lt;a href="http://letras.terra.com.br/raul-seixas/48336/"&gt;nesse link&lt;/a&gt;. Antes da interpretação propriamente dita da letra, devemos contextualizá-la. Por se tratar de uma letra apresentada em 1975 pela primeira vez, devemos entender todo o contexto histórico do Brasil. É sabido que essa época a ditadura imposta pelo regime militar estava em auge, principalmente com a decretação do Ato Inconstitucional 5 por Costa e Silva, que representou um ato contra a reação, concedendo enormes poderes ao presidente, inclusive o de condenar qualquer cidadão por qualquer crime (uma vez que seria julgado pelo tribunal militar). Podemos ver o cenário sanguinolento formado. Todos os meios de comunicação como rádios, televisão, teatro passavam por um filtro de censura, e o momento de maior autoritarismo aconteceu no início da carreira de Raul Seixas, com o governo Médici, creio que o mais violento dentre os outros. Nesse momento o Brasil experimentava a mão de ferro do regime, tendo seus intelectuais perseguidos, torturados e exilados, suas vozes reprimidas e muito mais...&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Este é o cenário em que se enquadra Raul, tendo visto seus companheiros boêmios sendo exilados, grandes nomes como Caetano Veloso e Gilberto Gil, nosso compositor em questão não poderia vacilar ao abrir a boca (ou ao lançar o lápis!). Os compositores da época para tentarem burlar a censura ditatorial vigente da época precisavam esconder suas reais intenções por trás de metáforas, o que os gênios da tropicália, por exemplo, conseguiram muito bem. A composição brasileira nunca mais foi a mesma desde então! Então vejamos, será mesmo que Raul estaria falando de amor nessa música? Eu acho que não, e mostrarei as evidências. Como o povo por aqui fala “mato a cobra e mostro o pau”.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Peguemos a primeira estrofe. Uma bela introdução, que tal? Não, não é. Sinta-se no lugar da pessoa “amada”, você gostaria de receber mensagens tão “belas” e redundantes como “tu és o grande amor da minha vida, pois você é minha querida”... OI? Mas é claro! Se eu amo você, você é querida! Não há outra forma, isso não é bonito. Raul, acho que você falhou aí! Não, ele não falhou. Como eu disse, ele precisava fugir dos capangas da censura do Ernesto Geisel. Essa introdução foi legal para camuflar o teor político da letra. Posso entender que quando ele fala do “sinto calor” ele está se referindo à descarga de adrenalina de quando um militar chega perto ou coisa parecida. Essa segunda parte da estrofe é legal, esse chaveiro escrito “Love” pode se referir à publicidade de Médici que dizia “Brasil: ame-o ou deixe-o”, ou até mesmo ao patriotismo manipulado da massa, que usava acessórios com a bandeira do Brasil. E isso, como diz o resto da estrofe é angustiante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segunda estrofe: essa é mais fácil de relacionar as coisas. Isso é claramente a ação militar, não acham? E pelo que sei da história do Raul, ele não teve nenhuma mulher que fosse violenta à esse ponto de do nada entrar na casa do cara e promover o estrago. Pois é, eu não consigo ver outra coisa senão a ação militar. Essa terceira estrofe também, nos remete à ação militar, num sentido bastante “1984”, de que você nunca está só, está sempre sendo observado e/ou escutado para que não cometa nenhum “erro” contra o estado. Pelo que eu entendo de careta, é aquele que é contra o uso de maconha, mas naquela época, era aquele que seguia a massa e era, sem ao menos saber, contra a própria liberdade. É isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ah, essa quarta! Vocês precisam saber primeiro quem é o tal Flávio Cavalcanti! Vocês sabem que é? É um jornalista e apresentador de televisão, acho que comparável ao nosso Sílvio Santos, porém, este era idolatrado pela comunidade militar. Por ele era promovido todo tipo de manipulação. Seu programa ia ao ar pela TV Tupi em 1970, até quando foi censurado por ter entrevistado uma atriz que era desfavorável à ditadura. Pois é desse Flávio Cavalcanti que Raul era obrigado a assistir (é o que me parece, assim como temos de acompanhar o Faustão -q), e é isso tudo que ele ta criticando aí.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quinta: sala de tortura, não há mais nada a declarar sobre essa estrofe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sexta... Ele está supostamente criticando a “americanização” do Brasil. Naquela época passavam muitos filmes americanos com a intenção de que os brasileiros quisessem viver daquela forma, ou seja, o objetivo daquilo era extinguir com a nossa cultura, isso, como nos mostra o final da estrofe, é muito angustiante. Há nessa sétima um jogo bem interessante. A mágica está em se perguntar “mas por que Pepsi e não Coca?”. Como sabemos, a mídia no regime militar tinha um papel importantíssimo de dominação e manipulação, e a coca-cola sempre foi a maior marca, isso é óbvio. Então, vejamos. “Que dia a dia aumenta o meu desejo”, é percebido que a propaganda da coca-cola era reprisada com freqüência, mas só se percebe que é especificamente da coca-cola por causa do jogo a seguir “e não há Pepsi cola que sacie a delícia dos teus beijos”. Ou seja, a Coca-Cola é insubstituível!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Essa oitava estrofe é bastante óbvia também. Interpreto como se fossem os discursos a favor da liberdade que eram feitos no meio dos shows do próprio Raul. Eu tenho um show que ele faz um discurso bastante refinado contra a ditadura, mas como eu não encontro isso fácil já upado e cortado, usarei um discurso antes da música “Rock das Aranhas”. Da pra perceber a crítica ao dicionário da censura e tal. Mas então, diante desse tipo de declaração a censura ri e ele fica agoniado por poder ser a qualquer momento preso e ter seu show acabado. Mas, ele num ta nem aí, continua citando Shakespeare, talvez uma metáfora para palavras bonitas e tal...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/M4YeMyap_kY/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/M4YeMyap_kY&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/M4YeMyap_kY&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nona. Convenhamos, quem se diverte fazendo compras? Quem se diverte fazendo a feira num supermercado? Casas Da Banha era um famoso supermercado que se expandiu por todo o Brasil, mas naquela época era mais conhecido no Rio de Janeiro. Creio que com “nos divertir” ele se refira à inflação. E como a Casas Da Banha era patrocinadora da ditadura, ela estava sempre presente na mídia, fazendo com que a lembrança de “fazer feira” fosse sempre remetida ao supermercado famosinho ae.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nessa décima estrofe fica bem clara pra mim a americanização brasileira e a crítica à jovem guarda. “Embalo quente” era o estilo Jovem Guarda de fazer música. Primeiro você tem de entender que esse estilo era patrocinado pela ditadura militar. Eles faziam músicas sobre amor para poder desviar a atenção da massa para os temas apolíticos, e, pela rádio ser mantida sobre censura, as únicas músicas que tocavam era essa, as de embalo quente, que agradavam os jovens da época. Os nomes estranhos que ele cita no início da estrofe referem-se a marcas de rádio importadas dos EUA. Quando “pra lembrar do teu calor”, é claro o sentido de que sempre que toca o ritmo ele lembra do cenário militar e tal... Essa questão do deboche para o embalo quente está presente na essência da música, pela forma “cafona” de se fazer música sobre amor, isso reforça o que eu falei sobre a primeira estrofe. O resto dessa estrofe nos remete à repressão, você em grupo não podia tratar de certos assuntos senão era espancado no lugar mesmo pelos guardas que estaria sempre investigando o que rolava nos grupos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Essa décima primeira é muito tensa! “1984” total fellings! Esse Nestor é um tremendo dedo duro, sacou? Eu de fato não sei por que diabos “de Agronomia” ou “de energia”, qual a relação, mas tenhamos a faculdade como o antro intelectual, bastante visado pelos militares, isso é de conhecimento geral da nação. E o próprio Raul que vivia fugindo dos militares não manteria uma cara estóica descobrindo seu companheiro de sala um infiltrado, então, o chilique desgraçado. Não sei se de fato era Nestor o infiltrado, e possivelmente um distintivo (ou algo que o denunciasse) no caderno do próprio... Ou os militares tinham mania feia de invadir a sala de aula por nada mesmo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O desfecho, décima segunda estrofe! Quer algo mais debochado? E ainda com aquela marchinha militar no “máximo denominador comum”. Entendo como “fuck that shit, to nem aí pra isso tudo, continuarei falando o que eu quiser da forma que eu quero”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Então, a interpretação é mais ou menos isso. Mostrei pro meu pai e a cara que ele fez é como se me dissesse “porra, pensei que seria algo mais profundo, todo mundo sabe disso ae”. Bem, eu também achava, mas para todos quem eu comento o teor político da música, ninguém me escuta ou acredita. Ah, tanto faz. Isso é só uma interpretação, não quero também que aceitem isso como A VERDADE. Num rola, num é isso. Talvez nem seja isso mesmo, talvez eu tenha cometido algum deslize, alguma análise parece até ter sido forçada. O que importa aqui é perceber que &lt;b&gt;nem tudo é aquilo que parece&lt;/b&gt;. E vocês podem ter várias interpretações sobre a música, mas, se me vier com essa de que ela fala de amor, me antecipo a dizer que você ta fazendo uma interpretação muito superficial. Eerr... Outra música bem política que a maioria julga romântica: “Wish You Were Here” – Pink Floyd. Me desculpem, essa também tem 100% de teor político!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Aproveitando o tamanho do post, quero indicar uma banda que conheci por acaso e curti bastante. Essa vai para fãs do estilo, até por que psicodelia só é bom quando é de monte! Gang Gang Dance:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/lZMFwKVjV5s/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lZMFwKVjV5s&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/lZMFwKVjV5s&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-2423199333588898005?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/2423199333588898005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/09/hermeneutica-ranzinza.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/2423199333588898005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/2423199333588898005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/09/hermeneutica-ranzinza.html' title='Hermenêutica Ranzinza'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-igUIQoml2Ag/TmxJZ8l4U5I/AAAAAAAAAC8/cpcd83z-V4s/s72-c/tarsila.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-7943417255264505051</id><published>2011-09-04T22:26:00.002-03:00</published><updated>2011-09-05T01:55:01.814-03:00</updated><title type='text'>Submeti-me</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já olhou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;sorriu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Morreu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já chamou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;interferiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bebeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já apagou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;feriu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Colheu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já cansou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;transferiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Escreveu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já desenhou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;mentiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Correu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já arremessou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;partiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Escondeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já implementou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;subiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Escureceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já memorizou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;engoliu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Perdeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já trocou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;caiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Comeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já cortou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;serviu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Cresceu. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já se empolgou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;adquiriu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se arrependeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já provou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;substituiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ascendeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TIC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já iniciou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;construiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Escolheu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TAC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Já poetizou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;se iludiu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Viveu.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-7943417255264505051?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/7943417255264505051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/09/submeti-me.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/7943417255264505051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/7943417255264505051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/09/submeti-me.html' title='Submeti-me'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-5522004907031380858</id><published>2011-08-10T22:32:00.001-03:00</published><updated>2011-08-13T00:43:38.153-03:00</updated><title type='text'>Devaneio de uma aula</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Então, como na introdução eu falei, vou escrever sobre minhas ideias conforme as coisas significantes que eu penso vão aparecendo. Voltaram minhas aulas, e ontem foi um dia cheio. Começamos o dia com filosofia antiga onde o professor deu uma introdução cheia de conteúdo, muito bom. Mas sobre o que falarei me veio na aula de Filosofia da Arte, e, que foi nessa aula que me vieram os devaneios... O professor é super legal e dá aula como ninguém, com aquele entusiasmo que falta aos professores mais antigos, tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pois bem, logo ao começar a aula o professor pediu pra que a gente se apresentasse e tal, e eu fui o único que não se apresentou. Acho que por timidez, pois eu sinto vergonha se compartilhar da mesma frase que todos: “meu nome é tal, sou do segundo período, licenciatura, e é obrigatória”. Porra! Todo mundo tava falando isso e nada mais nada menos! E eu não queria ser igual, preferia falar alguma coisa diferente e, como não tinha, preferi não falar. Mas foi uma merda eu não ter lembrado na hora que essa era a cadeira para qual eu dirigia uma ansiedade enorme desde que eu entrei no curso. Eu diria isso e sairia do comum. Mas não...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Então, a primeira coisa que me deixou intrigado nessa aula foi quando o professor disse que nós do departamento de filosofia monopolizamos a filosofia, e fez a seguinte pergunta “retórica” que a princípio eu concordei: “mas por que a filosofia não pode estar em todo lugar?”. Mas, mudei de ideia. Sem querer me passar por revoltado, aqui eu vos respondo, professor. A questão não é que monopolizamos a filosofia somente a nós. Primeiro: eu acho que a filosofia está em todo canto, mas o leigo não sabe captar suas mensagens por falta de instrução; logo, não somos nós que sugamos toda a filosofia para a gente, e sim aquele leigo que deixa apenas para a gente o sabor filosófico. E se eu estiver errado pelo primeiro caso que acho ainda otimista, temos o segundo: se a filosofia não está em toda parte e os leigos não sabem captar a mensagem, há ainda a possibilidade dele simplesmente não querer; pois percebo isso quando levo algum assunto filosófico para uma discussão entre pessoas e elas se fecham quanto a esse conhecimento, pedem pra parar, pois é chato (“Ah, não! Isso agora não, por favor!”); ou seja, se você supõe que o contato com a filosofia seria através de nós (estudantes ou professores de filosofia), desse segundo ponto eu só posso tirar a conclusão de que o contato com a filosofia é árduo, o que não é nada estranho não querer contato com o árduo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A aula foi do tipo que deixa você pensando no que ouviu por um tempo. E na metade dela eu já queria sair, pois eram muitas as informações que eu queria absorver e que ele nos jogava, foi super construtivo. Eu não me lembro exatamente o que ele falou que mudou meu modo de apreciar obras de arte, mas lembro que isso algo mudou: “você nunca é o mesmo diante de uma obra de arte”. Ok, você pode tirar daí uma ligação com Heráclito, mas ele não falou nesse sentido de Heráclito, pois este fala principalmente de mudanças a quais nós não percebemos e é por isso que ele nos alerta e tal... sempre somos diferentes a cada instante que passa, mas geralmente não percebemos essa mudança. Mas no sentido da arte não! É perceptível essa coisa que você sentiu, basta um pouco de consciência. Por mais que você ache que a obra não lhe causou efeito algum, ela causou sim, inclusive esse de não ter gostado, se for o caso, de forma que o não gostar foi de forma proposital, fora isso que a obra de arte lhe fez sentir. Então, eu sinto que ter descoberto que sempre há um sentimento depois de uma obra de arte foi um grande passo para chegar naquele estado que os hindus chamam de consciência absoluta, apesar de não crer que isso seja possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E uma coisa também que me deixou encafifado foi a Mona Lisa. O professor tava falando sobre os vários tipos de interpretação que se pode ter de uma obra de arte e como exemplo mostrou-nos a famosa. Aí ele falou que muitos a vêem séria, rindo, e seu riso podia representar isso ou aquilo e tal... Foi quando surgiu o problema. Eu já havia notado isso de leve, mas ultimamente é imensa a repulsão que tenho ao olhar nos olhos da Mona Lisa. Eu não consigo olhar para o rosto da mulher de forma alguma! Antes eu achava que eu não curtia por não saber o que é que se passa em seu rosto, mas pensando bem, eu acho que cheguei a um resultado. Eu fico bastante inseguro olhando pra ela, pois, é como se ela tivesse acabado de me perguntar alguma coisa e ela toca no fundo da minha alma com aquele olhar, como se quisesse me deixar aberto e desvendar tudo o que eu sou. Eu não, sei, véi! Isso é muita loucura, eu de fato nunca gostei dessas pessoas que carregam no rosto um semblante de alguém que quer lhe invadir a alma, e é esse o sentimento que eu tenho ao olhar pra Mona Lisa. Eu não acho isso ruim! Talvez seja esse o sentimento mais forte que eu já tive ao apreciar uma obra, essa repugnância, essa necessidade de ter que mudar a direção do olho e tal... Eu acho que isso torna a obra ainda mais artística! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Bem, eu não queria deixar o post exaustivo, logo o de introdução ao blog. Mas tentei deixar bem claro minha opinião sobre certas coisas, da pra vocês sacarem um pouco como eu penso. Talvez pareça um pouco enrolado e pesado, é fruto da confusão. Hahah!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-5522004907031380858?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/5522004907031380858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/08/devaneio-de-uma-aula.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/5522004907031380858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/5522004907031380858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/08/devaneio-de-uma-aula.html' title='Devaneio de uma aula'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7990548813908079107.post-5386571753440858589</id><published>2011-08-09T22:24:00.001-03:00</published><updated>2011-08-11T09:29:36.698-03:00</updated><title type='text'>Apresentação</title><content type='html'>Eer... Todo blog começa com isso, né? Acho que é mais pra você sacar como serão suas postagens e tal mais do que apresentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, isso aqui é qualquer coisa apenas pra eu deixar salvo minhas epifanias e ideias registradas em algo, e um blog, acho que esse nem será tão divulgado, fica disposto a quem quiser conhecer minha forma de pensar. Poucos louvam e muitos criticam, por não entenderem ou por não concordarem. Bem, não diria que tanto faz por que a gente é o que diz a opinião alheia, nós somos o que falam os outros, e acho que esse meu ponto de vista poderá ser uns dos temas abordados mais a frente. Não quero estipular um tempo pro blog, quando me der vontade eu posto algo. Esse ta perigando ser o maior post do blog, que feio! E sobre o nome do blog, será um tema abordado mais a frente com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, vale dizer que eu fui estimulado ao blog principalmente por Lígia, ao falar antigamente que eu era capaz de ter um blog. A verdade é que eu sempre quis ter um mas nunca tive coisas decentes pra postar, mas ultimamente tem surgido algumas ideias legais, eu achava minhas ideias fajutas e não dignas de um blog, ou seja, nunca me achei capaz de fazer um blog. E acho que quem tem um deve fazê-lo bem feito, é o que eu tentarei. Fui estimulado também por um livro chamado "Paixão de Juventude", de Wilhelm Reich, que é uma autobiografia onde ao falar sobre a vida dele o autor nos mostra um pouco das suas interpretações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então é isso, sintam-se a vontade. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7990548813908079107-5386571753440858589?l=quaseisto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quaseisto.blogspot.com/feeds/5386571753440858589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/08/apresentacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/5386571753440858589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7990548813908079107/posts/default/5386571753440858589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quaseisto.blogspot.com/2011/08/apresentacao.html' title='Apresentação'/><author><name>Math</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07988155025597588509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tCzBNYMleFc/TuYEzlxfTYI/AAAAAAAAAEQ/YgeCp4liwjU/s220/380926_302787186408997_100000331534219_1077340_706033257_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
